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OFICINAS LIVRES de DE PINTURA E DESENHO ACADEMICO

OFICINAS LIVRES de DE PINTURA E DESENHO ACADEMICO

Professor: YURaldI ROdrIgueZ
Lugar: MUSEU GRÃO VASCO

Início: Janeiro 2010
 
Dirigido a público com ou sem formação artística específica.
Teoria e prática combinam-se tomando como referência e como elemento de estudo as próprias obras de arte expostas nas salas do Museu Grão Vasco. Desta forma, potenciando a observação das obras expostas, vão ser exploradas as diferentes técnicas que permitem desenvolver as capacidades criativas e expressivas de cada aluno/a.
YURaldI ROdrIgueZ - Nasceu em Esperanza, província de Santa Clara, Cuba. Desde muito cedo frequentou diversos ateliers artísticos começando a sua formação artística oficial aos 9 anos, na Escola Vocacional de Arte, na sua terra natal. Continua os seus estudos artísticos na Escola Professional das Artes Plásticas em Trinidad, onde se especializa em escultura. Desde então e até hoje realizou diversas exposições colectivas e individuais. A sua obra encontra-se dispersa pelo mundo inteiro, em colecções públicas e privadas.

Mais informação sobre o artista em Facebook: Yuraldi Rodriguez Puentes

http://s3.amazonaws.com/lcp/insitesviseu08/myfiles/cartafinalcursosmuseu-2.pdf

 

 

InsitesEspaçoPúblico08

InsitesEspaçoPúblico08

No mês de Julho, o InsitesEspaçoPúblico organizou um variado grupo de actividades na cidade de Viseu: concertos em diferentes locais da cidade a cargo de estudantes da Licenciatura de Musica do Instituto Piaget, conferências, e outras intervenções nos âmbitos das Artes Plásticas e Performativas.

1. Danças no Mundo
Orientadoras: Ana Cristina Pereira e Adriana Gheres
Através da dança foram realizadas viagens à volta do mundo, atravessando
continentes como a Europa, a África e a América. Em cada dia da semana uma
viagem diferente...e uma dança diferente.
Fecha: Semana de 7 a 11 de Julho (manhãs);
Duração 90 minutos.
N.º Máximo: 15 participantes por grupo.
Local: Parque Aquilino Ribeiro
Dirigido a crianças dos 6 aos 10 anos;

2. “O Tio Lobo e Outras Histórias Infantis” – Malas Voadoras
Coordenação: Ana Cristina Pereira (docente do Instituto Piaget de Viseu) e alunas do 4º ano do curso de Educação de Infância do Instituto Piaget de Viseu.
“Um viajante chega com a sua mala cheia de lembranças de aventuras e muitas histórias para contar. Fala-nos de um lobo pouco mau, que é tio da Carmela, uma menina muito gulosa; e de um amor pouco habitual entre um sapo e uma pata...Vais poder assistir à representação e também participar na própria acção das histórias”.
Data: 9 de Julho (manhã).
Duração: 90 minutos.
Local: Santa Casa de Misericórdia de Viseu.

Dirigido às crianças e idosos da Santa Casa de Misericórdia de Viseu e ao público
em geral.

CONFERÊNCIAS

Estas conferências, tiveram como principal objectivo ilustrar e debater aspectos diversos relacionados não só como as artes pictóricas mas também com a figura do “feminino” nas diferentes épocas e expressões artísticas. Além disto, foram explorados outros aspectos tais como igualdade de género, interculturalidade, a mulher no século XXI.

A. Meninas de Papel, A representação da figura feminina na Banda desenhada
Carlos Nolasco, Sociólogo
Data: 09 de Julho
Horas: 20h00
Local: Museu Grão Vasco

B. Murais Barriales, A arte como forma de integração social
Marta Folcó
Data: 16 de Julho
Horas: 20h00
Local: Museu Grão Vasco

C. A.M.Arte - Projecto solidário de arte"
Marta Folcó
Data: 23 de Julho
Horas: 18h00
Local: Santa Casa da Misericórdia de Viseu

D. De Velázquez a Picasso, Um Olhar do Feminino.
Luís Calheiros
Data: 20h00
Local: Museu Grão Vasco

CONCERTOS
A cargo do guitarrista Marco Alexandre Pinto Pereira, aluno da Licenciatura de Música do ISEIT do Instituto Piaget, durante o mês do Julho foi realizado um ciclo de 4 concertos para guitarra de música barroca (SS. XVII e XVIII).

Marco Alexandre Pinto Pereira nasceu em 1988; frequentou o Conservatório Regional de Música de Viseu onde estudou guitarra clássica; permanece ainda nesta mesma instituição como membro da orquestra de guitarras. Actualmente frequenta o curso superior de Guitarra no Instituto Piaget de Viseu. Participou
também num duo de flauta e guitarra com a flautista Joana Correia.
Participou em vários concertos principalmente no distrito de Viseu, mas também tem presenças na Guarda, Aveiro e Lisboa
Programa base

• Preludio, suite nº1 J.S.Bach 1685-1750 4 min
• Variações de F. Sor
sobre flauta mágica W.A.Mozart 1756-1791 11 min
• Estudo 6 F. Sor 1778-1839 4 min
• Capricho árabe F. Tárrega 1852-1909 7 min.
• Las Abejas A. Barrios 1885-1944 4 min
• Estudo 17 Pujol 1886-1980 3 min
• Preludio 1 Villa-Lobos 1887-1959 7 min
• Danza Característica L. Brower 1939 5 min
• Tango in Skäy R. Dyens 1955 4 min

PERFORMANCE NO MUSEU

Além das duas actividades citadas anteriormente, no último fim-de-semana de Julho as "meninas de Velázquez" chegaram à cidade de Viseu e visitarão as suas primas do Museu, entre elas, a Menina de Madrazo. Esta visita concretizou-se numa performance no Museu "O Último Grito de Velásquez: Onde está o Cão?".

Nota: Esteve prevista uma exposição de esculturas ("meninas") em diversos espaços públicos da cidade, mas, a falta de patrocínios inviabilizou este projecto.

InsitesIPJ08

InsitesIPJ08

1. Atelier de Criatividade Publicitária “VISEU, objecto de desejo”
Professora: Marymén López de Prado Ortiz-Arce (Ver curriculum em Anexo 1)
O atelier irá decorrer nos fins de -semana de Julho 08 (dias 5, 6, 12, 13, 19, 20,26 e 27)

Marymén López de Prado Ortiz-Arce: Licenciada em Belas Artes na especialidade de desenho gráfico pela Universidade de Salamanca e Master em Publicidade pelo SCHOOL AGENCY (Universidade Antonio de Nebrija, Madrid). Na actualidade trabalha como Directora Criativa freelance para diversas firmas. Nesta área tem trabalhado para firmas como VOGUE (Revista de Moda Feminina grupo Ediciones
CONDE). Destacar também os trabalhos realizados para BEST IMAGEN S.L. (Gabinete de Comunicação e Imagem); REALIA; El Mundo (Grupo Editorial); Gran Hotel Atlantis Bahía Real; TELVA (Revista de Moda Feminina grupo RECOLETOS); SMART MEDIA Solutions (Consultoria de publicidade e marketing); CMVocento;Ultratone; Motor 16; Quebecor; ou VILLA METROPOLITANA.

Objectivos
Criar um marco de formação que integra os critérios de investigação e estratégia, dirigidos a orientar o desenho de uma identidade corporativa e as suas posteriores aplicações.
Investigar o mercado e definir uma estratégia de marca para definir o nosso produto.
Dotar aos participantes das bases teóricas e práticas para que adquiram uma visão global
do mundo da comunicação e do desenho.

Horário: das 9.00h à 13:00h e das 14:00h às 18:00h
Idioma: castelhano

2. Atelier de Dança Africana
Professora: Wilssila Carvalho

Nascida em S. Tomé e Príncipe tem desenvolvido toda a sua formação nas áreas da educação artística. O seu último projecto como coordenadora do projecto “DANÇA AFRICANA” na Escola Superior de Educação de Viseu revelam os seus interesses e fascinação pela cultura africana, já que para ela, a vida deste povo é música e o viver é dançar. Por isso continuam a contar e a transformar histórias dando
expressão a um comportamento cultural através de um meio de comunicação não verbal.
Dançar é humano. É uma actividade mágica baseada na beleza e na energia humana, enquanto movimento produzido pelo corpo. A dança explora toda a natureza do indivíduo ao máximo, principalmente quando ele se entrega de corpo e alma.
É uma forma muito expressiva de pensar, percepcionar e compreender todo o nosso ser.
Como sabemos, é em torno das influências sociais sobre o indivíduo que a história da dança se vai desenvolvendo, mostrando assim as suas origens. Pois, o movimento não surge do vazio mas sim, duma consequência de muitas histórias vividas como por exemplo a do povo africano. Povo este, que sempre dançou com vida os séculos de escravidão;

• Dançam a vida como a Morte
• Dançam alegrias como tristezas
• Dançam a escravatura como a independência
• Dançam a luz como a escuridão
• Dançam a vida, a vida quotidiana.

Objectivos

É através da dança africana que se pretende neste projecto, lutar contra a descriminação aumentando assim os laços culturais. Como?
• Compreender como e porquê a dança faz parte integrante da cultura
africana,
• Conhecer dançar ao estilo africano
• Aprender a valorizar a forma de saber ser / estar na vida quotidiana na
África

Tipos de Dança que serão explorados

• Kizomba
• Funaná
• Raga
• Kuduro
• Tribal / tradicional

Público-alvo: Todas as pessoas interessadas
Grupo máximo: Quinze elementos
Duração por sessão: uma hora e meia.

Datas: Mês de Julho
• Duração do Atelier: de segunda a quinta-feira – 10h00 às 12.30.
o 4 grupos: 1 grupo por semana – 4 semanas
• Duração do Atelier: 4 fins-de-semana
o Sábados e domingos – 09h00 às 12.30.

* Requisitos participantes: Levar roupas confortáveis e muita vontade de dançar

3. Atelier coreográfico SOLEA POR BULERIAS -Atelier de Flamenco
Professora: Eva Mestre, Directora da Companhia Nacional de Flamenco

Objectivos

Este atelier tem como objectivo aproximar o flamenco a próprios e estranhos. Para aqueles que o flamenco é até agora uma arte desconhecida, e para aqueles que têm noções e podem participar num nível mais avançado coreográfico.

Metodologia

NIVEL I, INICIADOS:
Introdução e familiarização com os principais e distintos palcos de flamenco, aplicando o
ritmo e compas do baile flamenco em pequenos fragmentos coreográficos, naqueles que
têm uma especial incapacidade na correcta colocação e expressão corporal.

NIVEL II, AVANZADOS:
Atelier coreográfico SOLEA POR BULERIAS

HORÁRIOS
NIVEL I: 17, 18,19 e 20 de Julho 2008, das 10.30h às 12h
NIVEL II: 17, 18,19 e 20 de Julho 2008, das 12h às 13.30h
*as classes irão ser acompanhadas de música enlatada ou guitarrista

Eva Mestre: Desde muito cedo participa como bailarina y coreógrafa em festivais como o certâmen nacional coreográfico, onde recebeu a medalha de prata como qualidade de intérprete y coreógrafa.
Directora da “Companhia Nacional de Flamenco”, autora e coreógrafa das obras da companhia, cujo reportório conta com colaborações coreográficas de outros profissionais de dança como Antonio Canales e Lola Greco entre outros.
À frente da Companhia Nacional de Flamenco, Eva Mestre está actualmente voltada para a criação e desenvolvimento das programações “Morgana” e a adaptação em Flamenco de “Cleópatra”.

OFICINAS NO GRÃO VASCO

OFICINAS NO GRÃO VASCO

1. Oficina de Desenho Artístico (I). Iniciação ao Desenho Artístico
Coordenador do Curso: Ana Barbero
Professor: Artista Convidado
Cursos de iniciação aos procedimentos básicos, como são o lápis, o carvão, pastéis,...
A metodologia alterna a rigorosidade do encaixe, a valoração das formas e das cores ou as proporções, com propostas mais experimentais que incentivam a criatividade.
Tomando como modelo as obras pictóricas e escultóricas contidas no espaço museológico vão ser explorados aspectos tais como: a linha, a cor, o formato, o encaixe, as diversas técnicas relacionadas com o desenho académico (lápis, carvão, sanguina,...).
Os alunos deverão levar as aulas: lápis, lápis de carvão, borrachas e blocos de papel para desenho (mínimo A3).

Mês: Julho
Datas: primeira quinzena de Julho, de segundas a quintas-feiras
Grupo A: das 10h00 às 12h30
Grupo B: das 17h30 às 20h00.
O curso começará no dia 1 de Julho.

2. Oficina de Desenho Artístico (II). Práticas do Natural
Coordenador do Curso: Ana Barbero
Professor: Artista Convidado
Curso de aperfeiçoamento onde vão ser exploradas técnicas como o pastel, as ceras, os lápis de cores...A metodologia alterna a rigorosidade do encaixe, a valoração ou as proporções com propostas mais experimentais que incentivam a criatividade.
Os alunos deverão levar para as aulas: lápis, lápis de carvão, borrachas e blocos de papel para desenho (mínimo A3).
Mês: Julho
Datas: primeira quinzena de Julho, de quartas e sextas-feiras
1º grupo: das 10h00 as 12h30
2º grupo: das 17h30 as 20h00
O curso começará no dia 2 de Julho.

3. Laboratório das Artes “Primeiro continua-se, depois começa-se” Richard Rorty.
Coordenador do Curso: Luís Calheiros
Professores: Luís Calheiros e Outros Artistas Convidados
Trata-se dum laboratório de artes, de carácter intensivo, onde os alunos vão experimentar e trabalhar com linguagens e instrumentos diversos no âmbito artístico. Neste atelier pretende-se desenvolver a capacidade criatividade dos formandos desde uma perspectiva mais prática e inovadora. Os alunos irão
trabalhar com os artistas na criação das suas próprias obras.

Mês: Julho
Datas: 2ª quinzena do mês de Julho, de segundas a quintas-feiras.
Horário: 1er grupo: Manhas: das 09h30 a 13h00
Tardes: das 14h00 as 17h30
2º grupo: Tardes: das 17h30 as 20h30
O curso começará no dia 16 de Julho.

InsitesGraoVasco08_Ateliers Infantis

InsitesGraoVasco08
Recuperando para formação e educação artística o espaço privilegiado de arte, saber e cultura que foi e é o Museu Grão Vasco, o insitesGrãoVasco propõe um série de ateliers para crianças e diversos cursos (oficinas), abertos a todas as pessoas interessadas, relacionados com o desenho artístico e a pintura a óleo.

1. AS MENINAS CHEGARAM A PORTUGAL

Ateliers Infantis
Tomando como referência as obras do grande pintor viseense Vasco Fernandes (o principal referente da pintura portuguesa do século XVI) e a figura das Meninas do quadro conhecido como As Meninas de Velázquez” do grande pintor sevilhano Diego Velázquez (principal referente da pintura espanhola do século XVII) durante o mês de Julho irão ser organizados vários ateliers infantis cujo objectivo principal
será explorar desde as mais variadas formas artísticas aspectos relativos como as obras destes dois grandes artistas.
Estas oficinas infantis irão funcionar como espaços dedicados à criatividade com a intenção de estimular o gosto pelas artes nos mais pequenos mediante a sua participação em actividades onde, como temos dito irão experimentar diferentes formas de expressão artística. Trata-se de promover habilidades, afectos,
conhecimentos e atitudes, utilizando para este fim as estratégias próprias da Educação no tempo livre.

Pretende-se criar focos de fruição e produção cultural, numa atmosfera de trabalho e de investigação colectiva, festiva, mas também rigorosa e profunda (em conteúdos, formatos de aproximação das crianças às artes, visões artísticas diversas).

Horários (2 grupos): 1º das 9h00 às 10h30
2º das 11h00 às 12h30.

1. Histórias e mais histórias...Os contos das meninas
Orientadora: Sílvia Costa e Paulo Neves
Neste atelier as crianças vão ser introduzidas no mundo das artes pela mão dos contos...o objectivo do atelier é despertar a curiosidade dos participantes por diversos aspectos relacionados com o mundo da literatura e das artes.
Sílvia Laureano Costa: Professora de Português e Alemão. Realizou já sessões de contos e de poesia para todas as idades. Colaborou em diferentes projectos de animação com crianças e idosos. Fundou o Onomatopeia Projecto Teatral, grupo da Zunzum Associação Cultural de Viseu, em que intervém activamente enquanto actriz. Em este momento, tem em cena "Contarvóres".
Idades: dos 5 aos 12 anos
Data: sexta-feira 4 de Julho.

2. A descoberta da pintura
Orientadoras: Lurdes Henrique, José Augusto y Ana Salgado (alunas do Curso de Animação Sociocultural da ESE Jean Piaget - Instituto Piaget de Viseu).
Este atelier tem como principais objectivos conhecer e reconhecer, através do jogo, algumas das obras pictóricas do pintor Vasco Fernandes que se encontram no Museu.
Data: Quarta-feira, 9 de Julho;
Idades: dos 5 aos 12 anos

3. Desenhando e modelando meninas
Orientadores: Ana Barbero, Yuraldi Rodriguez e Marta Folco
Sonhar...Rabiscar...e....zassss...uma linha aparece sobre o papel...mais, de repente, a linha se mexe...se curva...e aparecem formas, e cores...o arco-íris aparecem na minha janela, que é um papel, uma tela, um cartão..!!!! TUDO É POSSÍVEL...
As formas tornam-se em figuras, e as figuras, parecem meninas que olham para nós...e brincam...Mas como! Uma menina me piscou o olho!
Neste atelier as crianças vão poder experimentar a sua criatividade e vão se deixar levar pela linha, o traço, a cor...é um atelier para o jogo onde todo é possível: a construção de uma máscara, de um caracol, de uma menina...

Data: sexta-feira, 11 de Julho
Materiais: Lápis, pinturas, plasticinas, cartolinas, etc.

4. Os “sentidos” dos sentidos
Orientadoras: Idalina Barros y Susana Campos (alunas do Curso de Animação Sociocultural da ESE Jean Piaget - Instituto Piaget de Viseu).
Neste atelier as crianças vão descobrir as obras do Museu Grão Vasco através dos sentidos.

Data: Quarta-feira, 16 de Julho.

5. As meninas de hoje
Orientadoras: Anabela Donato y Margarida Costa (alunas do Curso de Animação Sociocultural da ESE Jean Piaget - Instituto Piaget de Viseu).
Uma história para as nossas mães.

Data: quinta-feira, 17 de Julho.
Público: Crianças dos 8 aos 12 anos
N.º Máximo: 15

6. Bailando com as Meninas e Meninos
Orientadoras: Ana Cristina Pereira e Adriana Gheres
Neste atelier procura-se relacionar as dinâmicas da dança com a pintura As Meninas de Velázquez, enfatizando as contribuições das crianças participantes.

Ana Cristina Pereira e Adriana Gheres:
Adriana Gehres – Professora de dança; coordenadora do curso de Motricidade Humana do Instituo Piaget Viseu. Foi bailarina de diferentes grupos de dança tradicional e contemporânea no Brasil. Coordenadora do Festival de Dança do Recife-Brasil de 2003 a 2005. Produtora independente de espectáculos e projectos de dança contemporânea.
Ana Cristina Pereira – Professora de Dança; docente no Instituto Piaget de Viseu; tem trabalhado como free-lancer em vários projectos artístico-pedagógicos em Portugal e em Inglaterra, país onde fez a sua formação em dança; actualmente é formadora no projecto artístico Rio Povo, que se debruça sobre a influência da contemporaneidade nas artes performativas tradicionais.

Nº. Máximo participantes: 15
Data: Sexta-feira, 18 de Julho.

7. Meninas de Papel
Orientadoras: Anabela Martins y Maria Manuela Santos (alunas do Curso de Animação Sociocultural da ESE Jean Piaget - Instituto Piaget de Viseu).
Neste atelier as crianças vão desenvolver a sua capacidade criativa construindo “meninas de papel”.

Data: Quarta-feira, 23 de Julho.
24 de Julho.

INSITESVISEUO8_LABORÁTORIOS ARTÍSTICOS JEAN PIAGET

INSITESPIAGET08

O Instituto Piaget organizou nas instalações do Campus Universitário de Viseu, em Lordosa, os Primeiros Laboratórios para as Artes Jean Piaget.
Estes cursos realizados durante os meses de Junho e Julho, tiveram uma duração variável e, estavam destinados a todas as pessoas interessadas, sem limite de idade.

LABORÁTORIOS ARTÍSTICOS JEAN PIAGET

1. Modelagem de Barro (I), técnicas de modelagem / esvaziamento e reprodução em gesso. As Patinas
Coordenadora do Curso: Ana Barbero
Professores: Vários Artistas
O curso monográfico de Modelagem em Barro tem como prioridade introduzir aos alunos que não sabem manusear os utensílios e as técnicas da modelagem em barro; corrigir e aperfeiçoar a técnica dos que se iniciaram de forma autodidacta; ajudar e animar para criar a sua própria linguagem ou experimentar àqueles que já conhecem as técnicas básicas.
Nós propomos como principal função introduzir o aluno no mundo interessante da tridimensionalidade. Para ele serão realizados vários trabalhos em barro que depois serão transportados para o gesso. Da mesma forma, serão tratados outros
aspectos como as patinas.
Coordenador do Curso: Ana Barbero, é licenciada em Belas Artes pela Universidade de Salamanca nas especialidades de Escultura e Desenho Gráfico e doutorada pela mesma Universidade. Para além de trabalhar como desenhadora freelance, durante estes últimos anos tem trabalhado como gerente cultural para diversas entidades públicas e privadas. Tem participado também em diversas exposições
como artista plástica.

Duração do Curso: dois fins-de-semana.
Horários: sextas-feiras das 18h00 às 21h00
Sábados: das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00
Domingos: das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00
Dias 27, 28 e 29 de Junho; 4, 5 e 6 de Julho.

2. Modelagem de Barro (II), técnicas de modelagem / esvaziamento e reprodução em resina de poliéster.
Coordenadora do Curso: Ana Barbero
Professores: Vários Artistas
O curso monográfico de Modelagem em Barro (II) está dirigido àquelas pessoas que já tiveram uma primeira experiência com o barro e que desejam explorar outras técnicas de reprodução. O material escolhido para este ateliê é a resina de poliéster. Com este curso pretende-se que todos os participantes aprendam a realizar moldes negativos e positivos em resina de poliéster, trabalhando ainda com a reprodução de uma obra própria que será realizada no ateliê / oficina. Para além disso, trabalharão aspectos referentes à pintura e acabados de resina de poliéster.

Duração do Curso: dois fins-de-semana.
Horários: sextas-feiras das 18h00 às 21h00.
Sábados: das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00
Domingos: das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00
Dias 11, 12, 13, 18, 19 e 20 de Julho

3. Curso Intensivo de Escultura
Professor: Manuel Vaz
Objectivos do curso: 1- sensibilizar os participantes para a transformação da realidade pictórica bidimensional em realidade escultórica tridimensional; 2-elaborar propostas volumétricas de cariz figurativo ou não figurativo; 3- divulgar o trabalho realizado (exposições / debate).

Manuel Vaz: Nasceu em 1960 em Tondela e tirou a Licenciatura em Artes Plásticas / Escultura na Escola Superior de Belas Artes do Porto (ESBAP), actual Faculdade de Belas Artes do Porto, em 1985. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian de 1983 a 1985 e monitor em 1983 a 1985 de Escultura e Desenho na ESBAP.
Actualmente trabalha como docente na Escola Secundária de Tondela.
Na sua carreira artística, além das inúmeras exposições colectivas nas quais participou, destacam-se a obtenção dos seguintes Prémios: “Fernando de Castro”, em 1983/84; prémio na Cadeira de Atelier I e II / Escultura em 1984/85; e Prémio da Fundação Eng. António de Almeida no ano de 1985, pela melhor classificação de final de curso de Escultura.
Entre as esculturas públicas destacam-se: O Busto do Dr. João Almiro, fundador da Labesfal – Campo de Besteiros; Busto do almirante Roboredo e silva, Chefe do estado Maio da Armada, S. João do Monte, Concelho de Tondela, Monumento ao padre Sebastião vieira, Castro Daire; Estátua de S. João Baptista, São Joaninho; Medalha comemorativa da Fundação da Escola Portuguesa de Moçambique; Medalha comemorativa dos 75 anos dos Bombeiros Voluntários de Tondela; Medalha comemorativa dos 25 anos da Escola Secundária de Tondela.

Duração: 3 dias (24 horas)
Datas: 25, 26 e 27 de Julho.
Horários: Das 9h00 ás 13h00 e das 14h00 às 18h00.
Materiais a utilizar: ferro novo, sucata de ferro, chapas metálicas diversas, tintas.

4. Laboratório de Murais Cerâmicos
Curso leccionado por Marta Folcó

Este curso pretende recuperar a velha técnica romana do mosaico para criar muros de diferentes técnicas e formatos. (Realização de um muros com troços cerâmicos empregando a técnica de
mosaiquismo).
O principal objectivo do curso é que os participantes apliquem conhecimentos de desenho, cor, harmonia e aprendizagem relativos ao armado de um muro com mosaicos.

Coordenadora do curso: Marta Folcó, escultora argentina.

Estudou Artes Visuais em MEEBA (Prof. Leo Tavella). Foi seleccionada para intervir no Evento “Corações de Favvaloro”, participando em numerosas mostras individuais e colectivas, em Salões Oficiais e privados, Galerias e Museus nacionais e internacionais. Expôs as suas obras em coleccionistas privados e Museus do Estrangeiro: Museu da Associação Panamense de Artistas Plásticos (Panamá); Casa
das Américas, Museu Wilfredo Lamb (Cuba); Kunst Museum (Áustria); Galeria Wheil (Panamá); Embaixadas Argentinas em Cuba e Panamá.
Actualmente integra o Grupo Sinais que participou no Festival do Porto Konex com a Instalação: somos agora … também depois. Este grupo realiza intervenções urbanas que abrangem a temática do cuidado planetário considerando a sua fase sociológica, ecológica e espiritual.

Duração do curso: 8 dias.
Horários: 1er grupo: de segundas a quintas-feiras, das 09h30 as 13h00.
2º grupo: de segundas a quintas-feiras, das 17h30 as 21h00.
Datas: 14, 15, 16, 17, 21, 22, 23 e 24 de Julho.

5. Laboratório de Vitral ART DECO
Professora: Marta Folcó

Neste curso os alunos iniciaram-se no mundo fascinante da Art Deco, através da realização de vitrais que pretendem recuperar a técnica utilizada por grandes artistas do momento, como por exemplo, recordamos apenas os vitrais e as lâmpadas de Tiffany.

Duração do curso: dois fins-de-semana
Horários: sextas-feiras das 18h00 às 21h00.
Sábados: das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00
Domingos: das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00
Dias 18, 19, 20, 25, 26 e 27 de Julho.

6. Cursos de Gravura
Coordenação dos Cursos: António Inverno
Professores: Vários
Iniciação a diferentes técnicas que pela sua rapidez fazem mais simples a
compreensão do processo como função criativa. Monótipos e Pontos secos sobre
Matrizes de plásticos e acetatos.

Duração do curso: dois fins-de-semana / dois grupos.
Horários: sextas-feiras das 18h00 às 21h00.
Sábados: das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00
Domingos: das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00
Grupo 1: dias 4, 5, 6, 11, 12 e 13 de Julho.
Grupo2: dias 18, 19, 20, 25, 26 e 27 de Julho.

La cultura como servicio a la población y como signo de calidad de vida para los ciudadanos

La cultura como servicio a la población y como signo de calidad de vida para los ciudadanos debe orientarse al ciudadano o usuario de la misma, y las políticas culturales deberían tener como misión desarrollar tácticas que tengan una labor de planificar de forma estratégica los valores y componentes de la sociedad como son las artes y la vida cultural, incluyendo la protección del patrimonio cultural. Es decir, su objetivo principal sería servir de interlocutor en el diálogo entre los ciudadanos y sus diferentes formas de expresión, creando los recursos y las infraestructuras necesarias para que unos y otros lleguen a entenderse y puedan favorecer el desarrollo cultural.

El papel dinámico que asume la cultura en un desarrollo centrado en el hombre subraya la importancia que asume la dimensión cultural del desarrollo dentro de la perspectiva del establecimiento de un nuevo orden económico internacional, del fortalecimiento de la paz y de la comprensión internacional (Cf. (UNESCO, (1978)/20C/Resoluciones, 4/01).

Ana María Barbero Franco, Prof. Auxiliar Instituto Piaget



La libertad cultural o libertad de expresión

La libertad cultural o libertad de expresión

No sólo hablamos de la cultura como fuente para la innovación o para la creatividad aplicada o no a la resolución de problemas, sino que lo que se hace fundamental en las sociedades actuales es la libertad cultural o libertad de expresión

Ella, es la única responsable de que los individuos puedan vivir una vida plena, eligiendo su o sus identidades, viviendo su religión, hablando su lengua,…

Al recordar algunas de las ideas lanzadas a lo largo de estos últimos años en relación al desarrollo humano, podemos decir que este proceso consiste en alargar las opciones de los individuos con el fin de permitirles ser quien son y quienes pueden ser, desarrollando todas sus capacidades. De ahí que la libertad cultural se convierta en una de sus herramientas básicas, ya que significa dar a los individuos la libertad para elegir sus identidades sin excluir otras opciones importantes.

El siglo XXI, reclama como pilares de una sociedad civilizada y desarrollada la diversidad cultural y la libertad cultural (PNUD, 2004) y reconoce “la necesidad permanente de lograr un equilibrio entre el desarrollo económico, el desarrollo social y la protección del medio ambiente” (A/RES/59/227, 2005:2).


Sin embargo, la libertad cultural, no debe entenderse desde la defensa de valores y tradiciones estáticas, sino que “debe consistir en ampliar las opciones individuales, en la medida que las personas cuestionan, adaptan y redefinen sus valores y prácticas ante el cambio de la realidad y el intercambio de ideas” (PNUD, 2004:4).

En relación a esta propuesta algo “utópica” debemos repensar el importante papel que las políticas culturales y las industrias culturales pueden jugar en fomentar la libertad cultural. Nos preocupa, una vez más, el hecho de que en un mercado como el nuestro, dirigido por la oferta y la demanda, existan especialistas en el llamado marketing cultural, que se dediquen a “identificar, prever y satisfacer” las necesidades del consumidor o usuario “de forma beneficiosa para este último y para la propia oferta” (Gómez de la Iglesia, 1999:27). Esto, parece indicar, que sólo aquellas necesidades más superficiales serán tratadas por los sectores culturales, y existirá, evidentemente, una tendencia a dar aquello que la mayoría da por hecho que necesita, sin preocuparse por ampliar la conciencia de las personas sobre sus necesidades reales o ficticias. Precisamente este será uno de los grandes retos que debemos afrontar.

Quizás no esté demás recordar a Adorno cuando recalcando la enorme importancia que éstas (las políticas y las industrias culturales) tienen, en la formación de la conciencia de los que la consumen (CF. Adorno, 2003: 101), nos presenta el lado más negativo de la industria cultura: “ella impide la formación de individuos autónomos e independientes, capaces de evaluar con conciencia y tomar decisiones” (Op.cit.106). O cuando hablando del imperativo de las industrias culturales afirma que “gracias a la ideología de la industria de la cultura, la conformidad ocupa un lugar en la conciencia; y nunca el orden del que brota es confrontado con lo que proclama ser o con los intereses reales del ser humano” (Op. cit.:104).

Como vemos, este peligro que supone una industria cultural alejada de ideales éticos y humanísticos, es un factor de suma importancia a tener en cuenta a la hora de pensar en un desarrollo humano sostenible en el que la cultura sea factor y fin del desarrollo.

Ana María Barbero Franco

Prof. Auxiliar Instituto Piaget Viseu